Navegantes de areia,A cobiça na cintura
E na veia a ânsia,Despojos de amargura
O hesitar, fátuo espasmo de pensamento
Do que os passos nas pegadas são
Tinge de ameno a covardia,Sombra de piedade e remissão
Cingi-vos, almas silentes
De efêmera glória,De póstuma ira
Avante segui, sem destino
Como por ele nunca gerado
Nem por ele concebido
Sem questionar, peões no A3
Fazei o que lhe cabe,Cale a boca que se abre,Tabuleiro de xadrez
Torniquete de sujeição
Sobreviver em desviver
Sentimento atrofiado
Câncer de entender
Epitáfio sem lápide,A ruína os guardará.
by Lilian ....pq naum ia escrever algo melhor =D ahuauhhua
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
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